
63 pontos de alagamento em São Paulo.
A chuva fez mais pontos que o Palmeiras e estaria na Libertadores!
Hahahahahahaha...
Roubado do Blog do Juca.
Porque a matemática é o produto mais refinado da cultura humana. Porque eu vou pedalando. Porque esse mundo tá muito confuso. Porque viver é bom. Porque ainda vejo muita beleza por ai. E, principalmente, porque o blog é meu e eu escrevo o que quiser.



E não é que não fui só eu que tive esta idéia. Só que os caras foram muito, muito mais longe:Um curta de Andréa Kurachi , Helena Tahira e Rogério Zagallo.
Domingo de sol, rua Javari congestionada de torcedores a caminho do tradicional Estádio Conde Rodolfo Crespi. Tinha palmeirense, corintiano, santista, são paulino… mas naquele dia, todos eram juventinos. O segundo time de coração de muito torcedor paulista e, por que não, brasileiro, tentava uma vaga inédita na Copa do Brasil.
Assim começa o “Juventus Rumo a Tóquio”, um curta que registra a emoção que tomou conta do estádio da Javari, na Mooca, numa final de campeonato em novembro de 2007.
“Juventus Rumo a Tóquio” acaba de ser selecionado pelo Festival Internacional de Curtas de São Paulo. E vai ser exibido no programa especial “Unidos na Paixão”.
Locais e horários:
Dia 21/08, às 16H00, no Centro Cultural São Paulo
Dia 22/08, às 20H00, no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso
Dia 23/08, às 17H00, no Cine Olido
Dia 27/08, às 18H00, no Cineclube Grajaú
O 20° Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo começa dia 20 e vai até 28 de agosto, com entrada gratuita.
Assista o trailer aqui.
Ódio eterno ao futebol moderno!!!!
É um evento? É esporte? É brincadeira? É bebedeira? É um protesto? É uma farra?
Depois de um primeiro tempo sem gols, o time de Osasco abriu o placar logo aos três minutos da segunda etapa. João Paulo, de cabeça, abriu o marcador para o Grêmio. Aos 11, Souza balançou as redes e aumentou a diferença em favor dos mandantes. Mas o acesso acabou sendo finalizado apenas aos 47, quando Rogerinho decretou o fracasso do XV de Piracicaba."
Pelo menos, ano que vem, talvez poderei assistir ao jogo dos sonhos: XV e Juventus... pela série A3 do campeonato paulista.
Sou favorável a tudo que visa aprimorar o ciclismo e a ciclística, tudo que vêm tornar o esporte mais rápido, mais dinâmico, mais competitivo, e mais seguro. Não fosse assim estaríamos competindo usando quadros de ferro, firma-pé, pneus com câmera, sem marchas, e sem capacete.
Mas, na minha opinião, o rádio não ajuda em nada disso. Ao contrário. O rádio torna as provas mais lentas, menos dinâmicas e menos competitivas. Quanto a segurança, não sei se hoje é mais seguro do que no tempo do Eddy por causa deles. Não reconheço como ajudam nesse ponto.
Ficam mais lentas, menos dinâmicas e menos competitivas pois, em etapas onde figuram na fuga ciclistas com muito atraso, estamos cansados de ver o pelotão deixar de trabalhar pra se cansar menos, permitindo a vitória da fuga. Ou em provas onde o pelotão só vai administrando a distância sem impor ritmo, fazendo verdadeiros passeios ciclísticos, ninguém ataca.
Está tudo muito controlado, muito fácil. Com exceções, ninguém ataca mais que o necessário e o pior, se não é necessário ninguém ataca (os poucos que deram alguma graça estavam encerados…).
Sinceramente, acho que isso não é voltar atrás pois não influencia diretamente naquilo que sempre existiu: homens, bicicletas e equipe de apoio. A eletrônica deveria ficar onde sempre esteve: fora do ciclismo (claro que isso não se aplica a coisas que não influenciam em resultados, como por exemplo os ciclocomputadores).
Mas duvido que isso aconteça, é muito mais cômodo pra todas as equipes. A choradeira iria ser muito grande. Eles jamais admititiam voltar ao tempo do bilhetinho.
Abraço!





Prova tradicional, disputada desde 1909, se não é a mais famosa (o Tour de France é a prova mais conhecida), é considerada mais difícil. A geografia da Itália faz desta prova um prato cheio para os ciclistas escaladores.
No Giro, a cor da camisa do líder é rosa claro. Num primeiro momento, as pessoas que não entendem absolutamente nada do assunto acham estranho e sempre escutamos alguma piadinha infame relacionando o comportamento sexual dos atletas com a cor da roupa que usam. O motivo real da cor rosa é a homenagem a empresa organizadora: o jornal Gazzetta Dello Sport.
Diz a lenda que no tempo dos homens das cavernas (nem tanto!) não havia papel de qualidade para a impressão do jornal. A solução foi a utilização de um papel de qualidade inferior, na cor rosa. Até hoje esse periódico tem as páginas dessa cor.
Maglia nera, maillot negro, black jersey, camisa preta.É o equivalente italiano da lanterne rouge. Como os italianos são sempre do contra, não poderiam fazer uma coisa que já existia em outra prova.
Não se sabe exatamente qual o significado da cor preta e por qual motivo ela foi escolhida. Especula-se que tenha a ver com o luto, tristeza, coisas do gênero.
Porém, da mesma forma que a correspondente francesa, vestir a maglia nera não é motivo de vergonha. Se sabemos quem foi o último em todas as edições do Giro, o mesmo não podemos dizer do penúltimo, do ante-penúltimo e assim por diante. Houveram edições nos anos 40, em que alguns corredores tentavam perder o maior tempo possível (mas cuidando para não serem desclassificados por estouro do limite de tempo), sentados em bares na beira das estradas.

