
"O que o professor diz não é desimportante, mas o que os alunos entendem é milhões de vezes mais importante"
George Pólya
Essas simpáticas e queridas meninas na foto são minhas alunas. Elas criaram um twitter pra mim.
É uma coisa/sensação estranha. Não sou eu que escrevo, em nenhum lugar está dito que é fake, não autorizei, não pedi que fizessem isso, mas agora "eu" tenho um twitter.
(Eu nunca escreveria "xau" e nem sei o que é BG.)
Não autorizei, mas também não desincentivo. Até acho legal. É um retorno interessante do meu trabalho.
E o melhor é que ela publicam algumas frases que nem me lembro de ter dito. Algumas das pérolas (devidamente comentadas):
"Você não precisa ser nerd em matemática, você só precisa dar um jeito de ela parar de te atrapalhar!" Seria estúpido querer convencer as pessoas a gostar do que eu gosto. E não é preciso deixar de ter vida social para aprender. O equilíbrio, ah o equilíbrio.
"A minha função é complicar a vida de vocês." Lógico. O trabalho do professor é basicamente esse. Com alguma justificativa didática estapafúrdia, evidentemente.
"10 nem sempre é o bastante!!" Eu juro que não quero fazer com que eles se tornem neuróticos, só não quero que se acomodem.
"Difícil é colocar o gás de volta quando você abre o guaraná! Matemática não é dificil!" Eles nem imaginam, mas isso é pura teoria do Caos. Eu sou um jénio!!!
"Lembrem-se: não confiem em mim." Essa é a mais sincera e importante de todas as coisas que tenho a dizer.
E tenho dito.
Passar bem.
3 comentários:
gênio é com g e não com J como você falou aí na história de pôr o gás de volta ao refrigerante
Não sou um gênio da ortografia, mas esse jénio é com jota mesmo.
E bem que o comentário não precisava ser anônimo, né.
Isso ae, bota pa fude!
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